Soluções Públicas · Reportagem institucional

Reportar a casa não é publicidade da casa.

A Constituição é específica: a publicidade dos atos públicos tem caráter educativo, informativo ou de orientação social, sem nome, símbolo ou imagem que caracterize promoção pessoal. Quadro institucional bem-feito mostra a obra, explica o programa, ouve o servidor, registra o resultado. Sem virar comercial de gestor.

O que separa quadro institucional de propaganda vedada

A linha é fina. E ela existe há 36 anos.

A CF/88 estabeleceu o limite no art. 37, §1°. A Lei das Eleições reforçou em 1997. O TSE aplica todo ano. Mesmo assim, é a peça que mais derruba comunicação pública: gestor que vira protagonista do release, locução que vira slogan de campanha, B-roll que vira clipe de candidatura. A operação do grupomais produz quadro institucional sob critério editorial, não sob vontade de quem assina o contrato.

O que cabe em quadro institucional

  • O fato: a obra inaugurada, o programa em execução, o serviço prestado.
  • A explicação: como a iniciativa funciona, quem é o público-alvo, qual o prazo, qual o orçamento.
  • A voz do servidor: o profissional do dia a dia explicando o serviço com nome e função.
  • A voz do cidadão: o usuário do serviço, o morador da rua, o trabalhador atendido.
  • A prestação de contas: número de atendidos, etapas concluídas, próximos passos do projeto.

Como a gente produz quadro institucional

Reportagem com pauta, não release com câmera.

Quadro institucional bem-feito tem estrutura de reportagem: pauta clara, fontes ouvidas, contraditório quando se aplica, edição que respeita o tempo do telespectador. A operação do grupomais cobre cada um desses passos com equipe especializada em jornalismo de TV pública.

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Pauta com pesquisa prévia

Antes de chegar com câmera, a equipe estuda o tema, consulta dados públicos, alinha com o servidor responsável. O quadro entra no ar com base, não com achismo.

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Reportagem de campo com equipe própria

Repórter, cinegrafista, técnico de áudio. Captação em obra, em escola, em UBS, em rua. Sem terceirização da parte crítica, sem freelancer rotativo.

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Entrevistas com fonte qualificada

Servidor que executa, técnico que projetou, cidadão que usa. A voz do quadro é de quem conhece o assunto, não da assessoria com texto pronto.

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Edição com critério jornalístico

Tempo de TV é tempo de respiração do telespectador. Edição limpa, locução sóbria, GC informativo, B-roll que ilustra o fato, não o gestor.

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Compliance editorial em tempo real

CF art. 37 §1°, Lei 9.504/97, Resoluções TSE. Cada quadro passa por checagem antes da finalização. Em ano eleitoral, dobramos o filtro.

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Compliance e regularidade fiscal

CNPJ ativo desde 2006, com a regularidade fiscal e trabalhista exigida para contratações públicas e certidões vigentes disponíveis para consulta. Operação que entra na concorrência e entrega no contrato.

Compliance no detalhe

Três marcos que delimitam o que entra e o que fica de fora.

CF art. 37 §1°
Publicidade institucional sem promoção pessoal

A peça pode informar o ato, não promover quem o assinou. Sem nome, sem símbolo, sem imagem que caracterize promoção pessoal de autoridade ou servidor.

Lei 9.504/97
Vedações em ano eleitoral

Nos três meses anteriores ao pleito, publicidade institucional só em caso de grave e urgente necessidade pública. A operação ajusta a grade conforme o calendário eleitoral.

Resoluções TSE
Atualização anual

A jurisprudência se atualiza a cada ciclo. A equipe do grupomais segue as resoluções vigentes, não a regra do ciclo passado.

Tem fato pra mostrar, programa pra explicar, obra pra prestar contas?

Conta a casa, o tema, o prazo. A gente volta com proposta de produção, pauta, reportagem, edição, finalização. Tudo dentro do que a Constituição, a Lei das Eleições e o TSE exigem hoje. Quadro que informa, presta contas e não derruba a casa no controle externo.

grupomais

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