Compliance e Licitação

Quanto custa de verdade montar uma TV Câmara Municipal — CAPEX e OPEX por porte (broadcast profissional 2026)

Conta real de mercado em 3 portes (pequena, média, grande) e 3 modelos operacionais (terceirizado, híbrido, próprio)

grupomais

A pergunta que ninguém responde com franqueza

Vereador, presidente de mesa diretora ou diretor de comunicação de Câmara Municipal quase sempre chega na nossa mesa com a mesma pergunta: "quanto custa, na real, montar e manter uma TV Câmara?". E quase sempre recebe uma resposta evasiva — "depende", "vamos fazer um estudo", "precisa de levantamento". É verdade que depende. Mas é possível dar ordem de grandeza honesta pra os 3 portes típicos de Câmara Municipal brasileira, com valores referenciais de mercado que servem pra dimensionar projeto, defender orçamento em plenário e tomar decisão entre estrutura própria, operação terceirizada ou modelo híbrido.

Este artigo abre a conta real de CAPEX (investimento inicial) e OPEX (custo mensal recorrente) de TV Câmara em 3 cenários — câmaras de até 9 vereadores, 10 a 21 vereadores e 22 a 55 vereadores — com setup técnico padrão broadcast, equipe operacional dimensionada e conformidade legal (Lei 14.133/21, Decreto 6.949/2009, NBR 15.290, LGPD). Não vendemos "estúdio caseiro com câmera no tripé" — esse artigo trata de TV Câmara de verdade, equivalente técnico ao que TV legislativa estadual e federal entrega.

Disclaimer importante: os valores nesta página são referências aproximadas do mercado brasileiro em 2026, baseadas em projetos broadcast reais de TV legislativa. O custo específico da sua Câmara pode variar significativamente conforme decisão técnica (HD, 4K, 8K), cenografia (chroma key simples, cenário institucional, LED wall), localização geográfica, modelo de contratação da equipe (CLT, PJ, terceirização), frequência das sessões e nível de cobertura (apenas plenário; ou plenário + comissões + audiência pública + cerimônia). Antes de tomar qualquer decisão sobre montar ou operar TV Câmara, converse com a equipe técnica do Grupo Mais pra dimensionar o caso real do seu município.

Por que TV Câmara virou obrigação institucional, não opção

Antes de entrar em números, vale fixar o contexto legal e institucional que faz de TV Câmara hoje uma obrigação prática pra Câmara Municipal que quer cumprir transparência e acessibilidade:

  • Lei de Acesso à Informação (Lei 12.527/2011) — exige transparência ativa, incluindo divulgação de atos legislativos. Sessão pública em câmara fechada sem registro audiovisual é ato administrativamente frágil.
  • Decreto 6.949/2009 — Convenção da ONU sobre Direitos das Pessoas com Deficiência, com status de emenda constitucional pelo art. 5º §3º da CF. Obriga acessibilidade comunicacional em ato público — inclui intérprete de Libras humano em sessões transmitidas.
  • Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015) — reforça acessibilidade audiovisual e tipifica omissão como discriminação por inacessibilidade.
  • NBR 15.290 — norma técnica brasileira de acessibilidade audiovisual: define padrões de Libras (tamanho mínimo de janela, revezamento de intérprete a cada 30 minutos, posicionamento da janela).
  • Lei 14.133/2021 — Lei de Licitações que rege contratação audiovisual pública: define modalidades aplicáveis (dispensa, pregão, credenciamento, inexigibilidade), exigências de habilitação técnica e fiscal, e termo de referência.
  • Resolução TSE/STF sobre transparência legislativa — recomendação reforçada pra divulgação de atos.

Câmara que opera sem TV Câmara hoje está exposta a questionamento de mandato popular (vereador sem transparência tem dificuldade de reeleição em ano par), questionamento do TCE/TCM (auditoria pode apontar omissão de transparência ativa), e inelegibilidade institucional pra emendas e convênios federais que exijam comprovação de transparência.

A conta real — Câmara pequena (até 9 vereadores)

Perfil típico: município com até 20 mil habitantes, 9 vereadores, 1 sessão ordinária semanal de 2 a 3 horas, 1 a 2 sessões solenes por ano, audiências públicas eventuais. Demanda audiovisual continuada mas com volume baixo.

CAPEX — Investimento inicial pra estrutura própria

Item Faixa de valor
Reforma física básica (acústica simples, iluminação fixa, mobiliário técnico, instalação elétrica dedicada) R$ 80.000 a R$ 180.000
2 câmeras 4K profissionais (Sony FX3 ou similar) + tripés robóticos opcionais R$ 70.000 a R$ 140.000
Sistema de áudio (mesa digital, 12 a 16 canais, microfones de mesa pra plenário) R$ 35.000 a R$ 80.000
Switcher digital 2-canal (Blackmagic ATEM Mini Pro ISO ou similar) R$ 8.000 a R$ 18.000
Encoder broadcast dedicado + redundância de internet R$ 12.000 a R$ 28.000
Iluminação contínua LED tri-color R$ 18.000 a R$ 45.000
Workstation pra edição/finalização + software profissional licenciado R$ 20.000 a R$ 50.000
Cenografia institucional simples (fundo identitário, mesa estilizada, banner suspenso) R$ 25.000 a R$ 60.000
Total CAPEX R$ 268.000 a R$ 601.000

OPEX — Custo mensal recorrente da estrutura própria

Item Faixa de valor
Energia elétrica + IPTU + manutenção predial (espaço dedicado dentro da Câmara) R$ 1.500 a R$ 4.000/mês
Operador broadcast júnior/pleno (CLT ou cargo comissionado) — 1 profissional R$ 5.500 a R$ 9.500/mês
Editor audiovisual júnior/pleno — 1 profissional (meio período ou tempo integral) R$ 4.500 a R$ 8.500/mês
Intérprete de Libras (por sessão, com revezamento conforme NBR 15.290) R$ 1.800 a R$ 4.500/mês
Manutenção técnica e calibração trimestral de equipamento R$ 1.200 a R$ 2.800/mês
Software profissional licenciado (Adobe Creative Cloud, DaVinci Studio, Epidemic Sound) R$ 800 a R$ 1.800/mês
Seguro equipamento broadcast R$ 600 a R$ 1.500/mês
Reposição e atualização tecnológica (provisionamento) R$ 1.500 a R$ 4.500/mês
Total OPEX mensal R$ 17.400 a R$ 37.100/mês

Conta de 4 anos (legislatura completa, 48 meses)

Cenário CAPEX OPEX 48 meses Total 4 anos
Enxuto R$ 268.000 R$ 835.000 R$ 1.103.000
Premium R$ 601.000 R$ 1.780.000 R$ 2.381.000
Custo médio mensal amortizado R$ 23.000 a R$ 49.600

Operação terceirizada equivalente (Grupo Mais ou similar opera as sessões, sem necessidade de equipe interna): R$ 18.000 a R$ 32.000/mês em contrato anual continuado (pregão eletrônico ou credenciamento), totalizando R$ 864.000 a R$ 1.536.000 em 48 meses — sem CAPEX inicial, equipe técnica especializada incluída, equipamento broadcast, conformidade legal documentada.

Leitura objetiva pra câmara de até 9 vereadores: terceirização compensa decisivamente. CAPEX entre R$ 270k e R$ 600k é peso alto pra orçamento de câmara pequena, e o volume de uso (1 sessão semanal + eventos pontuais) não justifica equipe interna full-time. Modelo recomendado: operação terceirizada via contrato anual, com possibilidade de migração futura pra estrutura própria caso o município cresça.

A conta real — Câmara média (10 a 21 vereadores)

Perfil típico: município com 20 a 200 mil habitantes, 10 a 21 vereadores, 1 a 2 sessões ordinárias por semana, comissões permanentes ativas, audiências públicas mensais, calendário de eventos institucionais robusto. Demanda audiovisual continuada com volume médio-alto.

CAPEX — Investimento inicial

Item Faixa de valor
Reforma física broadcast (acústica tratada profissional, isolamento, climatização silenciosa, piso flutuante, instalação elétrica dedicada com no-break) R$ 220.000 a R$ 480.000
3 a 4 câmeras 4K cinema + lentes prime/zoom + tripés robóticos R$ 180.000 a R$ 340.000
Sistema de áudio broadcast (mesa digital 32 canais, microfones cardióides Shure/Sennheiser, lavalier sem fio com fail-safe, monitoração) R$ 90.000 a R$ 180.000
Switcher multicâmera profissional (Blackmagic ATEM Constellation ou similar) R$ 40.000 a R$ 90.000
Encoder broadcast dedicado + bonding de internet (3 conexões redundantes) R$ 28.000 a R$ 65.000
Iluminação contínua LED tri-color profissional (Aputure, ARRI) R$ 65.000 a R$ 140.000
Workstation pós-produção + storage RAID + software licenciado R$ 45.000 a R$ 90.000
Cenografia institucional integrada (cenário fixo, identidade visual, banner suspenso, fundo de marca) R$ 80.000 a R$ 180.000
Sistema de teleprompter, monitor de referência calibrado, scopes broadcast R$ 25.000 a R$ 60.000
Total CAPEX R$ 773.000 a R$ 1.625.000

OPEX — Custo mensal recorrente

Item Faixa de valor
Aluguel/IPTU/condomínio (espaço dedicado, 80 a 150m²) ou alocação interna na Câmara R$ 4.000 a R$ 12.000/mês
Energia elétrica + climatização ativa R$ 2.500 a R$ 6.000/mês
Engenheiro broadcast / coordenador técnico (CLT) R$ 9.500 a R$ 16.000/mês
Operador de câmera/áudio (2 profissionais) R$ 11.000 a R$ 19.000/mês
Editor audiovisual broadcast (1 a 2 profissionais) R$ 9.500 a R$ 18.000/mês
Intérpretes de Libras (revezamento NBR 15.290, múltiplas sessões/semana) R$ 4.500 a R$ 9.500/mês
Manutenção técnica e calibração trimestral R$ 3.500 a R$ 7.000/mês
Software profissional licenciado R$ 1.800 a R$ 4.500/mês
Seguro equipamento broadcast R$ 1.200 a R$ 3.200/mês
Reposição e atualização tecnológica (provisionamento) R$ 4.000 a R$ 12.000/mês
Total OPEX mensal R$ 51.500 a R$ 107.200/mês

Conta de 4 anos (48 meses)

Cenário CAPEX OPEX 48 meses Total 4 anos
Enxuto R$ 773.000 R$ 2.472.000 R$ 3.245.000
Premium R$ 1.625.000 R$ 5.146.000 R$ 6.771.000
Custo médio mensal amortizado R$ 67.600 a R$ 141.000

Operação terceirizada equivalente: R$ 38.000 a R$ 75.000/mês, totalizando R$ 1.824.000 a R$ 3.600.000 em 48 meses — sem CAPEX, com SLA contratualizável de prazo, qualidade e contingência.

Leitura objetiva pra câmara média: depende. Câmara com 12 a 15 sessões/mês entre plenário, comissões e audiências, com calendário de eventos institucionais robusto, pode justificar estrutura própria — especialmente se a equipe já existe parcialmente (operador comissionado, departamento de comunicação institucional). Câmara com volume menor ou orçamento mais apertado terceiriza com vantagem clara. Cenário híbrido (estrutura básica + operação terceirizada) frequentemente é o melhor — câmara investe em CAPEX mínimo (R$ 300k a R$ 500k) e contrata operação técnica via licitação.

A conta real — Câmara grande (22 a 55 vereadores)

Perfil típico: capital ou município com mais de 200 mil habitantes, 22 a 55 vereadores, múltiplas sessões semanais (ordinárias, extraordinárias, comissões permanentes e temporárias), audiências públicas frequentes, calendário institucional intenso (datas comemorativas, recepção de comitivas, premiações), produção de conteúdo pra TV Câmara aberta (canal de TV consignado) e plataformas digitais. Demanda audiovisual contínua com volume alto.

CAPEX — Investimento inicial

Item Faixa de valor
Reforma física broadcast premium (acústica tratada por engenheiro de som, isolamento total, climatização silenciosa redundante, piso flutuante, instalação elétrica dedicada com no-break dimensionado e geração autônoma de backup) R$ 480.000 a R$ 1.200.000
5 a 8 câmeras 4K cinema + lentes prime/zoom premium + tripés robóticos automatizados (controle remoto) R$ 380.000 a R$ 850.000
Sistema de áudio broadcast premium (mesa digital 64 canais, microfones de mesa por vereador, monitoração ao vivo, sistema de votação eletrônica integrado) R$ 220.000 a R$ 480.000
Switcher multicâmera profissional broadcast (controle de produção sala separada) R$ 90.000 a R$ 220.000
Sistema de transmissão dedicado (encoder duplo, bonding de internet 4-6 conexões, geração de sinal pra TV aberta consignada se aplicável) R$ 80.000 a R$ 200.000
Iluminação contínua LED profissional broadcast (controle automatizado, cenas pré-programadas) R$ 180.000 a R$ 420.000
Workstation pós-produção em sala dedicada + storage RAID redundante + software licenciado equipe R$ 120.000 a R$ 280.000
Cenografia broadcast institucional (cenário fixo, possivelmente LED wall, identidade visual integrada) R$ 250.000 a R$ 800.000
Sistema de teleprompter profissional, monitores de referência calibrados, scopes broadcast R$ 60.000 a R$ 140.000
Infraestrutura de rede (cabeamento broadcast SDI, rack de comunicação, redundância) R$ 45.000 a R$ 120.000
Total CAPEX R$ 1.905.000 a R$ 4.710.000

OPEX — Custo mensal recorrente

Item Faixa de valor
Aluguel ou alocação institucional (200 a 400m²) R$ 8.000 a R$ 25.000/mês
Energia elétrica + climatização ativa redundante R$ 6.000 a R$ 15.000/mês
Coordenador técnico broadcast / diretor de TV R$ 15.000 a R$ 25.000/mês
Engenheiro broadcast R$ 12.000 a R$ 18.000/mês
Operadores de câmera/áudio (4 a 6 profissionais) R$ 25.000 a R$ 50.000/mês
Editores broadcast (3 a 5 profissionais) R$ 22.000 a R$ 45.000/mês
Repórteres/redatores (2 a 3 profissionais) R$ 13.000 a R$ 28.000/mês
Diretor de fotografia/iluminação R$ 9.000 a R$ 16.000/mês
Intérpretes de Libras (equipe dedicada, múltiplas sessões diárias) R$ 12.000 a R$ 25.000/mês
Manutenção técnica e calibração R$ 8.000 a R$ 18.000/mês
Software profissional licenciado (equipe ampliada) R$ 4.500 a R$ 10.000/mês
Seguro equipamento broadcast R$ 3.500 a R$ 8.000/mês
Reposição e atualização tecnológica R$ 12.000 a R$ 30.000/mês
Total OPEX mensal R$ 150.000 a R$ 313.000/mês

Conta de 4 anos (48 meses)

Cenário CAPEX OPEX 48 meses Total 4 anos
Enxuto R$ 1.905.000 R$ 7.200.000 R$ 9.105.000
Premium R$ 4.710.000 R$ 15.024.000 R$ 19.734.000
Custo médio mensal amortizado R$ 189.700 a R$ 411.100

Operação terceirizada equivalente pra câmara grande raramente é o caminho — porte e volume justificam estrutura interna permanente. Modelo predominante: estrutura própria + contratos pontuais terceirizados pra eventos extraordinários (cobertura de feira institucional, gravação fora da Câmara, transmissão de visita oficial), sob dispensa ou credenciamento.

Leitura objetiva pra câmara grande: estrutura própria é o padrão. Volume operacional, calendário institucional intenso e necessidade de equipe permanente justificam CAPEX inicial alto e OPEX continuado. Terceirização complementa em momentos pontuais — não substitui.

Os 3 modelos de operação e quando cada um faz sentido

Cruzando os 3 portes com os 3 modelos operacionais:

Porte Operação terceirizada continuada Híbrido (estrutura básica + operação terceirizada) Estrutura própria total
Pequena (até 9 ver.) ✅ Recomendado ⚠️ Em fase de transição ❌ Subutilizado
Média (10–21 ver.) ✅ Cabe ✅ Frequentemente o melhor ✅ Cabe se demanda alta
Grande (22+ ver.) ❌ Inviável ⚠️ Estrutura básica é pouco ✅ Padrão recomendado

Operação terceirizada continuada funciona via pregão eletrônico ou credenciamento sob a Lei 14.133/21, com contrato anual e SLA contratualizável. Sem CAPEX, equipe técnica especializada incluída, equipamento broadcast, conformidade legal documentada. Recomendado pra câmara pequena (sempre) e média (frequentemente).

Modelo híbrido funciona quando a Câmara monta estrutura física básica (sala adequada, alguns equipamentos próprios, equipe interna pequena) e contrata operação técnica via licitação. Melhor dos dois mundos pra câmara média: estrutura institucional permanente + equipe técnica especializada sem ônus de quadro CLT cheio.

Estrutura própria total é o padrão de câmara grande, com CAPEX significativo, quadro de pessoal técnico permanente, contratos pontuais com terceiros pra eventos extraordinários.

Como o Grupo Mais entrega — nos 3 modelos

O Grupo Mais atende Câmaras Municipais brasileiras desde 2006 — operação broadcast continuada, construção turn-key de estrutura própria, e modelo híbrido — com equipe técnica especializada, equipamento broadcast e regularidade fiscal continuada apta a participar de contratação pública sob Lei 14.133/21.

Modelo 1 — Operação terceirizada continuada (recomendado pra câmara pequena)

Equipe do Grupo Mais opera as sessões legislativas semanalmente sob contrato anual (pregão eletrônico ou credenciamento), entregando: transmissão broadcast ao vivo, gravação institucional em 4K, edição de cortes pra redes sociais e site institucional, intérprete de Libras humano profissional conforme NBR 15.290, relatório por sessão com SLA de prazo e qualidade. Equipamento, equipe e logística inclusos no contrato — Câmara não precisa de CAPEX nem quadro técnico interno.

Modelo 2 — Construção turn-key da TV Câmara própria

Projeto e execução completa de estúdio broadcast adequado ao porte da Câmara: engenharia de acústica, iluminação, climatização, instalação elétrica dedicada, fluxo operacional. Especificação e curadoria de equipamento (dimensionados ao objetivo real, sem excesso vendido em catálogo). Cenografia institucional integrada. Implantação, calibração e teste. Treinamento da equipe interna da Câmara com manual operacional documentado. Contrato opcional de manutenção continuada pra estúdio rodar sem dor de cabeça.

Modelo 3 — Híbrido (Câmara monta o básico, Grupo Mais opera tecnicamente)

Câmara monta estrutura básica (sala, alguns equipamentos próprios) e o Grupo Mais entrega a operação técnica continuada via contrato — garantindo qualidade broadcast permanente sem necessidade de manter engenheiro broadcast e equipe completa no quadro interno. Modelo ideal pra Câmara média em transição entre operação terceirizada total e estrutura própria total.

Em qualquer dos 3 modelos, a conversa estratégica antes de qualquer compromisso é gratuita — não fechamos contrato sem entender o cenário real do município, perfil da Câmara, calendário operacional esperado e orçamento disponível.

FAQ — perguntas reais que vereadores e diretores de comunicação fazem

Quanto custa, na média, montar uma TV Câmara de porte médio?

Pra câmara de 10 a 21 vereadores, CAPEX entre R$ 773.000 e R$ 1.625.000 (estrutura física + equipamento broadcast), com OPEX mensal entre R$ 51.500 e R$ 107.200. Total estimado em 4 anos (uma legislatura completa): R$ 3,2 a R$ 6,8 milhões. Valores referenciais de mercado em 2026 — projeto específico precisa de orçamento dimensionado pelo objetivo real da Câmara.

Qual a modalidade licitatória correta pra contratar TV Câmara terceirizada continuada?

Pregão eletrônico (art. 28, I da Lei 14.133/21) é a modalidade dominante pra demanda continuada (sessões semanais durante todo o ano). Credenciamento (art. 79) cabe em demanda irregular ou modelo de pool de fornecedores credenciados acionados conforme necessidade. Dispensa (art. 75, II) não cabe pra contrato anual continuado — o TCU rejeita fracionamento de objeto pra encaixar em limite de dispensa.

Câmara pequena consegue ter TV Câmara mesmo sem orçamento alto?

Sim, via operação terceirizada continuada. Contrato anual entre R$ 18.000 e R$ 32.000/mês entrega transmissão broadcast das sessões, gravação institucional, edição de cortes, intérprete de Libras e relatório operacional — sem CAPEX inicial e sem necessidade de quadro técnico interno. Modelo viável pra municípios pequenos via pregão eletrônico ou credenciamento.

Estrutura própria sempre compensa em longo prazo?

Não. Compensa apenas com volume operacional alto e equipe interna pré-existente. Câmara pequena (até 9 vereadores) com 1 sessão semanal raramente justifica CAPEX entre R$ 270k e R$ 600k — terceirização é decisivamente mais barata em 4 anos. Câmara grande (22+ vereadores) com múltiplas sessões diárias e calendário institucional intenso, ao contrário, justifica decisivamente estrutura própria.

O que muda entre os 3 modelos (terceirizado, híbrido, próprio)?

Terceirizado: sem CAPEX, fornecedor entrega tudo (equipe + equipamento + operação + entregáveis), contrato anual de R$ 18k–75k/mês conforme porte. Híbrido: Câmara investe CAPEX moderado em estrutura básica e contrata operação técnica terceirizada — combina patrimônio institucional permanente com flexibilidade operacional. Próprio: CAPEX alto, quadro técnico interno permanente, autonomia total — modelo de câmara grande ou capital.

Intérprete de Libras pode ser avatar de IA ou estagiário?

Não, em ambos os casos. Decreto 6.949/2009 (status constitucional) exige no art. 9º intérprete humano profissional — exclui avatares e robôs. NBR 15.290 especifica revezamento a cada 30 minutos pra preservar qualidade da interpretação, o que descarta operação por estagiário sem supervisão. Intérprete profissional certificado é obrigação técnica e legal, não opção.

Como financiar a estrutura de TV Câmara?

Câmara Municipal financia TV Câmara com recursos próprios do duodécimo legislativo, com emendas parlamentares federais destinadas a fortalecimento institucional, com convênios estaduais quando aplicável, e com PPA municipal (Plano Plurianual) prevendo CAPEX em ano específico da legislatura. O Grupo Mais apoia a elaboração de projeto técnico e estimativa de custos pra fundamentar pedido de emenda ou previsão orçamentária — sem custo na fase preparatória.

Quanto tempo demora pra montar uma TV Câmara turn-key do zero?

Câmara pequena: 4 a 6 meses entre projeto técnico, licitação de obra, contratação de equipamento, instalação e treinamento de equipe. Câmara média: 6 a 10 meses. Câmara grande: 10 a 18 meses (a complexidade da estrutura broadcast premium e o porte da equipe a ser treinada aumentam o prazo). Cronograma realista deve ser previsto no projeto técnico — promessa de "TV pronta em 60 dias" pra estrutura completa raramente cumpre.

Posso começar terceirizado e migrar pra próprio depois?

Sim, e frequentemente é o caminho mais inteligente. Operação terceirizada nos primeiros 12 a 24 meses permite: mapear demanda real (quantas sessões, quantos eventos, qual o uso institucional do conteúdo gerado), formar equipe interna gradualmente, testar fluxos editoriais, e só depois decidir sobre CAPEX de estrutura própria com números concretos da Câmara — em vez de projetar no escuro.

Como o Grupo Mais ajuda sua Câmara a tomar essa decisão

A conta acima é referência de mercado — pra sua Câmara, os números reais dependem do porte, calendário operacional, equipe pré-existente e ambição editorial. O Grupo Mais ajuda a Câmara Municipal nas 3 frentes:

Diagnóstico técnico gratuito — visita à Câmara ou reunião remota pra mapear estrutura atual, calendário esperado, perfil dos vereadores, orçamento disponível e meta institucional. Devolução: parecer técnico com recomendação fundamentada entre os 3 modelos (terceirizado, híbrido, próprio) e estimativa de custo dimensionada ao caso real.

Operação continuada via licitação — Grupo Mais participa de pregão eletrônico ou credenciamento sob Lei 14.133/21 com proposta técnica detalhada, certidões negativas atualizadas (federal, estadual, municipal, FGTS, CNDT), atestados de capacidade técnica em projetos legislativos similares e equipe com registros profissionais ativos (MTB, DRT, certificação Libras).

Construção turn-key da TV Câmara própria — projeto técnico, curadoria de equipamento, implantação, calibração, treinamento da equipe interna e suporte continuado pra Câmara que decidiu montar estrutura permanente.

Pra dimensionar o caso real da sua Câmara, fale com a equipe técnica do Grupo Mais:

  • WhatsApp: (11) 9 3221-7504 — resposta em até 2h úteis
  • Solicitar diagnóstico técnico: grupomais.com/contratar
  • Email: contato@grupomais.com

Operamos com TV legislativa desde 2006, com CNAEs audiovisuais ativos (5911-1/02, 5911-1/99, 6010-1/00), regularidade fiscal continuada e CNPJ apto a participar de contratação pública sob a Lei 14.133/21.

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